Destaque
10 momentos marcantes do Oscar 2018

E os vencedores da maior premiação do cinema mundial foram conhecidos nesta madrugada. A cerimônia foi mais ágil, sem nenhuma grande surpresa pelo caminho e poucos discursos mais intensos. Jimmy Kimmel estava lá pelo segundo ano consecutivo e ele é engraçado e tem bom timming cômico e a apresentação na TNT (que foi o canal por onde assisti, porque a Globo continua sem respeitar o fã de cinema) foi redondinha. Mas agora vamos ao que interessa, ou seja, listar os 10 momentos marcantes do Oscar 2018.
- Ashley Judd, Annabella Sciorra e Salma Hayek no palco
As três atrizes que, de forma corajosa, acusaram Harvey Weinstein de abuso no ano passado, subiram ao palco para fazerem um discurso sobre filmes feitos por minorias e exibir um belo vídeo com esta temática. Fazia muito tempo que não via Annabella Sciorra, mas continua lindíssima!
- O início do discurso de Allison Janney
“Eu fiz tudo sozinha!”, foi assim que, em tom irônico, Allison Janney começou seu discurso, após vencer como Atriz Coadjuvante por Eu, Tonya. O público caiu na risada.
- Kobe Bryant recebendo a estatueta
Quando foi anunciar sua aposentadoria, Bryant escreveu uma carta que se transformou no curta em animação Dear Basketball. Este curta deu ao jogador (que produziu o curta) o Oscar e é legal demais ver um atleta tão vencedor, recebendo este tipo de homenagem da Academia.
- Discurso de Rachel Shelton usando libras
Ao vencer o Oscar de Documentário em Curta Metragem, disse que havia prometido à protagonista do filme que faria o discurso também em libras. E talvez seja a hora da Academia e dos canais que apresentam o prêmio, pensarem também nesta forma de inclusão às minorias.
- Roger Deakins finalmente venceu um Oscar
Deakins precisou esperar 14 indicações para faturar seu primeiro Oscar por Fotografia. Mas também, não tinha como perder, pois seu trabalho em Blade Runner 2049 foi excepcional.
- Melhor Roteiro Original para Corra!
Se o Oscar prezava por diversidade, nada melhor do que dar a Jordan Peele o prêmio de Roteiro Original. Além disso, Corra! é um suspense interessantíssimo e com um elenco excelente. Peele foi o primeiro negro a ganhar a categoria.
- O discurso de Frances McDormand
Ela subiu ao palco, fingiu que tinha tropeçado, recebeu seu segundo Oscar e, por fim, pediu a todas as mulheres se levantarem e disse: “todas nós temos histórias que precisam ser contadas e projetos que precisam ser financiados”. Resultado: foi aplaudida de pé.
- Montagem de comemoração aos 90 anos da Academia
A montagem do vídeo em homenagem aos 90 anos da Academia foi incrível e contou com trechos dos mais variados filmes. Até Karate Kid, o original, estava por lá!
- O discurso de Daniela Vega
Atriz e cantora trans que protagonizou Uma Mulher Fantástica, vencedor de Melhor Filme Estrangeiro, fez um discurso rápido, mas importante e disse: “vocês estão sentindo o amor“.
- Warren Beatty e Faye Dunaway voltam após gafe no ano passado
Juro que depois de Warren Beatty falar que A Forma da Água havia vencido o Oscar de Melhor Filme, esperei uns 2 minutos para ver se realmente era o envelope certo. Mas a sacada da Academia de trazer a dupla de volta após a gafe do ano passado foi excelente.
Qual destes 10 momentos marcantes do Oscar 2018 vocês mais gostaram?
E aproveitando a deixa, confira meus acertos e erros nesta edição do Oscar. Bati meu recorde de 2014 e acertei 19 categorias este ano.
Melhor Filme
A Forma da Água (VENCEDOR)
Três Anúncios Para um Crime (MEU PALPITE)
Melhor Direção
A Forma da Água – Guillermo del Toro (VENCEDOR)
A Forma da Água – Guillermo del Toro (MEU PALPITE)
Melhor Atriz
Frances McDormand – Três Anúncios Para um Crime (VENCEDORA)
Frances McDormand – Três Anúncios Para um Crime (MEU PALPITE)
Melhor Ator
Gary Oldman – O Destino de Uma Nação (VENCEDOR)
Gary Oldman – O Destino de Uma Nação (MEU PALPITE)
Melhor Ator Coadjuvante
Sam Rockwell – Três Anúncios Para um Crime (VENCEDOR)
Sam Rockwell – Três Anúncios Para um Crime (MEU PALPITE)
Melhor Atriz Coadjuvante
Allison Janney – Eu, Tonya (VENCEDORA)
Allison Janney – Eu, Tonya (MEU PALPITE)
Melhor Roteiro Original
Corra! (VENCEDOR)
Corra! (MEU PALPITE)
Melhor Roteiro Adaptado
Me Chame Pelo Seu Nome (VENCEDOR)
Me Chame Pelo Seu Nome (MEU PALPITE)
Melhor Animação
Viva – A Vida é uma Festa (VENCEDOR)
Viva – A Vida é uma Festa (MEU PALPITE)
Melhor Documentário em Curta-Metragem
Heaven is a Traffic Jam on the 405 (VENCEDOR)
Edith+Eddie (MEU PALPITE)
Melhor Documentário em Longa-Metragem
Ícaro (VENCEDOR)
Faces Places (MEU PALPITE)
Melhor Filme Estrangeiro
Uma Mulher Fantástica (Chile) (VENCEDOR)
Uma Mulher Fantástica (Chile) (MEU PALPITE)
Melhor Curta-Metragem
The Silent Child (VENCEDOR)
The Silent Child (MEU PALPITE)
Melhor Curta em Animação
Dear Basketball (VENCEDOR)
Dear Basketball (MEU PALPITE)
Melhor Canção Original
“Remember Me” – Viva – A Vida é uma Festa (VENCEDOR)
“Remember Me” – Viva – A Vida é uma Festa (MEU PALPITE)
Melhor Fotografia
Blade Runner 2049 – Roger Deakins (VENCEDOR)
Blade Runner 2049 – Roger Deakins (MEU PALPITE)
Melhor Figurino
Trama Fantasma (VENCEDOR)
Trama Fantasma (MEU PALPITE)
Melhor Maquiagem e Cabelo
O Destino de Uma Nação (VENCEDOR)
O Destino de Uma Nação (MEU PALPITE)
Melhor Mixagem de Som
Dunkirk (VENCEDOR)
Dunkirk (MEU PALPITE)
Melhor Edição de Som
Dunkirk (VENCEDOR)
Dunkirk (MEU PALPITE)
Melhores Efeitos Visuais
Blade Runner 2049 (VENCEDOR)
Planeta dos Macacos – A Guerra (MEU PALPITE)
Melhor Design de Produção
A Forma da Água (VENCEDOR)
A Forma da Água (MEU PALPITE)
Melhor Montagem
Dunkirk (VENCEDOR)
Em Ritmo de Fuga (MEU PALPITE)
Melhor Trilha Sonora Original
A Forma da Água – Alexandre Desplat (VENCEDOR)
A Forma da Água – Alexandre Desplat (MEU PALPITE)
Destaque
8 Filmes que Leonardo DiCaprio merecia o Oscar

Leonardo DiCaprio merecia o Oscar por diversas vezes, tudo porque, ao longo de sua carreira, nos presenteou com personagens inesquecíveis e atuações impecáveis que conquistaram a crítica, o público e, por muitas vezes, foram ignoradas pela Academia. Ele tem uma carreira marcada pela escolha de papéis desafiadores, e a cada novo projeto, ele eleva o nível da interpretação.
Embora finalmente tenha levado para casa o cobiçado prêmio de Melhor Ator com O Regresso (2015), há vários outros momentos espetaculares. E você, concorda com esta lista?
8 Filmes que Leonardo DiCaprio merecia o Oscar
Diário de um Adolescente (1995)
Apesar de ainda ser um jovem ator na época, DiCaprio já demonstrava seu talento em Diário de um Adolescente, um drama psicológico que lida com questões complexas como o vício em drogas e suas consequências devastadoras. O filme, baseado no romance de Jim Carroll, segue o protagonista através de sua difícil jornada pela dependência química e suas degradações físicas e mentais.
DiCaprio não só convence como o adolescente problemático, mas consegue captar a vulnerabilidade e os dilemas internos do personagem de forma brilhante. A performance, intensa e visceral, marca o começo de sua jornada como um dos grandes nomes do cinema, mesmo que a Academia ainda não estivesse pronta para reconhecê-lo.
Titanic (1997)
Com um orçamento colossal e uma direção de James Cameron que se tornaria histórica, Titanic se consagrou como um dos maiores sucessos de todos os tempos, arrecadando 11 Oscares, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. No entanto, um prêmio ficou de fora: o de Melhor Ator. Mesmo que a performance de DiCaprio como Jack Dawson não seja a mais complexa de sua carreira, é inegável que ele conseguiu criar um dos personagens mais adorados da história do cinema.
Sua química com Kate Winslet, o desfecho épico e a carga emocional que transmite ao público são ingredientes que tornam sua atuação memorável.
Gangues de Nova York (2002)
Em Gangues de Nova York, Martin Scorsese apresenta uma história épica ambientada na Nova York do século XIX, marcada pela violência e pela luta pelo poder nas ruas. DiCaprio contracena com um dos maiores ícones do cinema, Daniel Day-Lewis, que, de fato, roubou a cena com sua interpretação visceral do vilão Bill “The Butcher” Cutting.
Ele consegue equilibrar a vulnerabilidade de seu personagem com a sua sede por justiça e, embora o filme tenha sido reconhecido com várias indicações ao Oscar, DiCaprio não conseguiu ser indicado, o que foi uma grande falha da Academia.
O Aviador (2004)
Em O Aviador, conhecemos Howard Hughes, o excêntrico magnata do cinema e da aviação, cujos problemas mentais e obsessões se tornam o cerne da história. A direção (mais uma vez) de Martin Scorsese e o elenco de peso, que inclui Cate Blanchett e Alec Baldwin, dão o tom ao filme, mas a verdadeira força do projeto reside na interpretação de DiCaprio.
Ele não apenas traz à vida a complexidade de Hughes, mas faz isso de forma brilhante, explorando o sofrimento mental do personagem e sua constante busca pela perfeição. Mesmo assim, o Oscar foi para Jamie Foxx por sua atuação em Ray, deixando DiCaprio mais uma vez de fora.
Diamante de Sangue (2006)
Em Diamante de Sangue, DiCaprio mergulha no violento mundo do comércio de diamantes durante a guerra civil em Serra Leoa. Interpretando Danny Archer, um contrabandista de diamantes, o ator entrega uma performance poderosa que mistura charme, corrupção e redenção. A complexidade do personagem exigia um grande alcance emocional, e DiCaprio faz um trabalho excepcional, lidando com temas delicados como a exploração e os horrores da guerra. Ao lado de Djimon Hounsou e Jennifer Connelly, ele entrega um desempenho de alto nível, mas a Academia mais uma vez ignorou sua performance em favor de outros nomes naquele ano.
Ilha do Medo (2010)
Em Ilha do Medo, DiCaprio tem a tarefa de encarnar Teddy Daniels, um detetive enviado a um hospital psiquiátrico isolado para investigar o desaparecimento de uma paciente. Dirigido por Martin Scorsese, o filme é um thriller psicológico que mistura mistério e terror psicológico, e DiCaprio brilha ao transmitir a crescente paranoia e a dor emocional de seu personagem.
Sua performance é brilhante, especialmente quando o filme revela suas camadas mais profundas. A tensão criada ao longo da trama, combinada com sua entrega visceral, mas a Academia (mais uma vez) preferiu não reconhecer sua atuação, deixando-o mais uma vez de fora da disputa por um Oscar.
Django Livre (2012)
Embora Django Livre tenha sido dominado pela performance magnética de Christoph Waltz, que levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, a atuação de DiCaprio também é digna de reconhecimento. Interpretando o vilão Calvin Candie, um proprietário de uma plantação cruel e insano, ele está arrebatador, mostrando a capacidade de criar um personagem detestável, mas fascinante. Candie é um homem que encontra prazer na morte e no sofrimento de outros. Sua cena de jantar, em que se corta com uma taça de cristal, é um exemplo perfeito de sua entrega emocional e física.
O Lobo de Wall Street (2013)
Em O Lobo de Wall Street, também entrega uma das performances mais frenéticas e engraçadas de sua carreira, como o corretor da bolsa de valores Jordan Belfort. O filme de Martin Scorsese é uma montanha-russa de excessos, e DiCaprio consegue equilibrar o caos e a decadência de seu personagem com uma energia irresistível.
Uma das atuações mais energéticas de toda sua carreira, mas a estatueta foi para Matthew McConaughey por sua performance em Clube de Compras Dallas (2013). A performance também cheia de camadas, mostrando a ascensão e queda de um homem completamente obcecado por poder e riqueza.
Apesar de todas essas atuações memoráveis, foi apenas em 2016 que DiCaprio finalmente conquistou o Oscar de Melhor Ator por sua performance em O Regresso (2015), um prêmio merecido após uma carreira de desempenhos impecáveis. No entanto, as atuações acima mostraram que ele merecia o reconhecimento muito antes.
E você, acredita que esses são os filmes que ele merecia o Oscar? Ou tem outras atuações que você consideraria dignas do prêmio? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe sua opinião conosco!
Críticas
Crítica: Morte a Pinochet

Morte a Pinochet é uma produção chilena, dirigida por Juan Ignacio Sabatini e que chegou no Brasil com o selo da A2 Filmes. E assim como tantas obras nacionais como Marighella ou Batismo de Sangue, esta expõe toda a luta de uma pequena parcela que não queria, no futuro, que seus entes queridos passassem pelas mesmas atrocidades que elas. E é um diálogo fundamental nos dias de hoje, ainda mais quando notamos um retrocesso na mentalidade de muitos cidadãos.
Nestes pouco mais de 80 minutos, temos uma entrega sem igual de Daniela Ramírez, que interpreta Tamara, bem como de todos do elenco. Além disso, ficamos diante de cenas de arquivo, com a guerra civil explodindo por todos os cantos. Só senti falta de mais imagens reais ao longo da trama, pois complementaria todo o enredo.
Talvez por conta do baixo orçamento, Sabatini tenha preferido takes mais fechados para facilitar a reconstrução de época. Contudo, não há um arrojo tão denso na fotografia e há diferenças gritantes, se comparados com o já citado Marighella, de Wagner Moura.
Outros prós e contras de Morte a Pinochet
Certamente, o espectador notará um grande suspense no ar desde os primeiros minutos, e não dá para ser diferente, até porque, o cerne do roteiro é o planejamento do grupo para eliminar o ditador. Apesar disso, a balança moral é colocada em prova poucas vezes, deixando os personagens com uma dubiedade mais amena (o que, neste caso, pesa contra).
Entenda o seguinte: há diálogos pontuais, como quando a protagonista visita seu pai e entrega algumas cartas para ele ou mesmo na narração em off onde diz que “às vezes, a história tem que ser pintada com balas, não para nós, mas para o futuro de nossos filhos“, que valem cada segundo. Mas porque não fazê-los mais vezes?
Se tiver oportunidade, veja Morte a Pinochet, pois o cinema, além de tudo, também educa e molda caráter.
Onde assistir Morte a Pinochet?
É possível adquirir o filme para aluguel ou compra nos seguintes sites: Microsoft Store, Amazon Video, bem como Apple TV e Google Play Movies.
Sinopse do filme
Em setembro de 1986, um grupo de jovens tinha nas mãos a oportunidade de mudar o destino de um país: acabar com a ditadura de Pinochet matando-o. Enquanto o Chile vivia uma das ditaduras mais cruéis de Augusto Pinochet, poucos ousados consideravam o impossível: matar o tirano. O professor de educação física Ramiro, a psicóloga Tamara, e Sasha, nascida na favela, marcam o ataque armado para uma tarde de domingo em 1986.
Ramiro, ex-professor de educação física que se dedicou à luta armada, esquecendo-se das relações pessoais; Sacha, um jovem humilde das favelas de Santiago, um entusiasta do futebol, sem formação política, e Tamara, uma psicóloga atraente que deixou uma família de classe alta para viver na clandestinidade e se tornou a única mulher com posto de comandante na Frente Patriótica: todos eles têm um objetivo comum – matar Pinochet. Baseado na história real de um ataque fracassado lançado por um braço armado do Partido Comunista Chileno.
Nota Cinema e Pipoca: ★★★½
Título Original: Matar a Pinochet
Ano Lançamento: 2022 (Chile)
Dir: Juan Ignacio Sabatini
Elenco: Daniela Ramírez, Cristián Carvajal, Juan Martín Gravina, Gabriel Cañas, Gastón Salgado, Julieta Zylberberg
Destaque
DAVID FINCHER – FILMOGRAFIA

David Fincher, nasceu em 28 de agosto de 1962 em Denver, é um diretor tanto autoral, quanto “industrializável” e consegue o que pouquíssimos diretores alcançaram na Hollywood atual: poder suficiente para tocar seus projetos particulares e liberdade suficiente para inserir suas idéias em produções como o pesado “O Homem que não Amava as Mulheres”.
Aos 18 anos começou a trabalhar na Industrial Light and Magic de George Lucas, onde teve a oportunidade de trabalhar em ‘O Retorno de Jedi’ (1983) e ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’ (1984). Deixou a empresa para se dedicar ao ramo de comerciais publicitários, além de dirigir clips para bandas como Aerosmith, Madonna e etc.
Logo abaixo sua filmografia, pouco extensa, mas com um valor incrível!
Leia mais sobre a filmografia de David Fincher-
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