Náufrago e a humanidade refém do relógio e do tempo

náufrago

Neste mundo caótico onde pessoas trabalham tanto e descansam cada vez menos, o tempo é tão (ou mais) precioso quanto suas próprias vidas. Portanto, somos apresentados ao personagem interpretado por Tom Hanks (O Resgate do Soldado Ryan), neste Náufrago.

Capitaneado por uma direção inteligente do “multiuso” Robert Zemeckis (O Expresso Polar), nosso herói nos transmite força de vontade, medo, coragem e outras milhares de sensações. Este, aliás, é um estupendo trabalho e tal genialidade se reforça quando Chuck Noland interage com uma bola de vôlei.

Planos incrivelmente amplos e uma óbvia exuberância em relação à fotografia equilibram-se nos frames filmados pelo cineasta. Contudo, há um certo exagero no tempo de duração, nada prejudicial, é verdade. Principalmente porque, quando percebemos, já fomos “sugados” para dentro da ilha também.

Bem conduzido, vale uma boa conferida por ser diferente e autoexplicativo.

Náufrago, sinopse:

Após partir para viagem aérea, o avião onde está Chuck Noland passa por turbulências no meio de uma tempestade e cai. Quando acorda, encontra-se numa praia deserta. Agora, precisará aprender a viver conforme as leis da natureza (onde o tempo, é apenas um mero detalhe).

NOTA: 8,0
ORÇAMENTO: —

Primeiro vingador do Cinema e Séries (antigo Cinema e Pipoca) e do Pipocast, sou formado em Jornalismo e também em Locução. Aprendi a ser ‘nerdzinho’ bem moleque, quando não perdia um episódio de Cavaleiros do Zodíaco na TV Manchete ou os clássicos oitentistas na Sessão da Tarde. Além disso, moldei meu caráter não só com os ensinamentos dos pais, mas também com os astros e estrelas da Sétima Arte que me fizeram sonhar, imaginar e crescer. Também sou Redator Freelancer.

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