HQ/Livros
Morte em Dezembro | Livro para quem é fã de Tom Clancy

Em Morte em Dezembro, livro escrito por Ivair Antônio Gomes, a ilha paradisíaca de Florianópolis torna-se palco de um thriller policial cercado por mistérios. Portanto, a narrativa levanta um debate sobre o sistema de segurança do Brasil, que sofre com um número reduzido de policiais principalmente nas fronteiras.
Afinal, nem tudo é tão perfeito nessa cidade litorânea do sul. Quando um enigmático homem entra no Brasil e comete uma série de assassinatos, a polícia nacional e internacional não consegue identificá-lo. Ou seja, como parar um assassino se as autoridades não conhecem sua verdadeira face?
Durante esta aventura policial, os leitores seguem toda essa movimentação causada por Xstranho, o assassino famoso e desconhecido. Este mercenário sem escrúpulos mostra que está ali para fazer o que foi pago para executar. Letal com armas afiadas, é especialista em explosivos, criar venenos e armas aplicadas.
Mas os dias do criminoso estão contados a partir do momento que o agente especial Marcelo da Silva, um ex-agente do SNI (antigo Sistema Nacional de Informações) que no passado já prestou serviços para CIA, começa a investigar essas mortes aparentemente desconexas e percebe que na verdade elas possuem ligações. Ele se depara com o que pode ser a maior ameaça que o Brasil já enfrentou.
Inspirações para o autor tirar Morte em Dezembro do papel
Ivair Antônio Gomes se inspirou para escrever a obra em 2001, quando soube que em Florianópolis teria os mais importantes líderes mundiais durante a reunião do Mercosul. A caçada ao personagem fora da lei intensifica-se durante as páginas. A escrita do autor instiga quem lê e desperta a curiosidade, de modo a levar o leitor até o embate final eletrizante entre Marcelo e Xstranho.
Ambos precisam parar para respirar. O suor e o cheiro de morte os rondam. Mas o Xstranho não está pensando nisso. Com um movimento rápido e certeiro, ele investe com a lâmina contra o estômago de Marcelo. Este se move ainda mais rápido e esquiva-se do ataque mortal. A lâmina entra fundo na parede de vido a força e impacto do golpe. O brasileiro se aproveita do movimento e agarra o braço armado do assassino. Este, por sua vez, agarra o pescoço de Marcelo por detrás e começa a sufocá-lo. Então Marcelo usa seu conhecimento de caratê e quebra a lâmina. (Morte em Dezembro, p. 333)
Enfim, Morte em Dezembro prova que não é necessário sair do Brasil para viver uma história empolgante, cheia de intrigas, conspirações e mistérios que ameacem a segurança da nação.
Ficha Técnica
Título: Morte em Dezembro
Autor: Ivair Antônio Gomes
ISBN/ASIN: 978-65-00-35882-7
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 282
Preço: R$ 50,20
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República Popular de Terranova | HQ e livros

Em um futuro tecnocrático e sufocante, a República Popular de Terranova é apresentada como um modelo de eficiência e inovação. Com vias aéreas, nanorrobôs e portais interdimensionais, a sociedade criada por Felipe Kato no livro em questão, parece ter alcançado o ápice do progresso.
Mas por trás da fachada brilhante, esconde-se um sistema brutal de controle, manipulação e cobrança absurda de tributos, onde até a atmosfera precisa de uma redoma para não matar seus cidadãos — e a verdade é cuidadosamente censurada.
Sinopse de República Popular de Terranova
O protagonista Thomas K., jornalista de um dos últimos veículos independentes do ano 3084, vê sua vida virar do avesso ao receber uma cobrança bilionária sem qualquer explicação. Ao tentar resolver o absurdo, descobre um sistema podre por dentro — e acaba sendo preso em um centro de reeducação para dissidentes.
Paralelamente, sua filha Susana se envolve com um grupo revolucionário clandestino, mas é capturada e transformada em uma ciborgue a serviço do governo, tornando-se uma arma da repressão que ela própria tentava combater.
Quem é Felipe Kato, autor de República Popular de Terranova
Entre reviravoltas, perseguições e diálogos perturbadores, a obra escancara uma realidade distorcida que não está tão distante da nossa. Com humor ácido, crítica social e um cenário cyberpunk eletrizante, o autor costura uma distopia inquietante — e dolorosamente familiar.
Advogado tributarista na vida real, Felipe Kato se inspira em elementos da cultura geek para criar uma ficção que provoca e diverte. “Uso os impostos como símbolo de controle total, inclusive sobre como as pessoas pensam e vivem”, explica. Em República Popular de Terranova, lançado pela Clube de Autores, o exagero serve para escancarar o real: um governo que cobra tudo, até a liberdade. E uma população que, pouco a pouco, se acostuma com a servidão.
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Estrada Fantasma – Volume 1 | HQs & livros

O selo Alta Geek, do Grupo Editorial Alta Books, acaba de lançar no Brasil a HQ Estrada Fantasma – Volume 1, obra que inaugura uma nova série de quadrinhos sobrenaturais com alta carga dramática e visual brutal. Escrita por Jeff Lemire, premiado quadrinista com passagens marcantes pela Marvel e DC, a HQ conta com as artes atmosféricas de Gabriel H. Walta e as cores da renomada Jordie Bellaire, conhecida por trabalhos em Deadpool, Gavião Arqueiro e Cavaleiro da Lua.
Este é o início de uma saga que promete conquistar fãs de horror adulto, suspense e fantasia com texto afiado, atmosfera cinematográfica e um universo original em construção. Para leitores que curtem obras ousadas, densas e recheadas de tensão, esta é uma leitura obrigatória — tão perturbadora quanto impossível de largar.
Sinopse de Estrada Fantasma – Volume 1
A trama acompanha Dom, um caminhoneiro solitário assombrado por um passado traumático, que cruza caminhos com Birdie, vítima de um acidente na estrada. Quando eles descobrem um artefato misterioso entre os destroços, a realidade começa a se fragmentar, mergulhando os dois em uma dimensão surreal — repleta de monstros deformados, ameaças sobrenaturais e distorções alucinantes de espaço e tempo.
Com uma pegada de grindhouse horror sujo e visceral, a história ainda apresenta Theresa Weaver, uma agente do FBI marcada por traumas inexplicáveis, que investiga cadáveres com características não humanas. Sua presença amplia o mistério e conecta os eventos a uma mitologia sombria em expansão, tornando a HQ uma experiência tão narrativa quanto visualmente intensa.
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Como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil?

Você já se perguntou como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil? Isso já é um desafio por si só, agora imagine escrever o roteiro, dirigir a equipe criativa, conseguir financiamento público e ainda garantir a distribuição gratuita para escolas públicas. Foi exatamente isso que o escritor e professor Gabriel Godinho Sampaio conseguiu realizar com Tecnomaquia: Robôs vs Androides, uma obra híbrida entre prosa e HQ que mistura ficção científica, crítica social e muita arte gráfica.
O projeto foi contemplado pelo Edital 05/2024 da Prefeitura de São Vicente, via Política Nacional Aldir Blanc, e será entregue gratuitamente às escolas municipais, ampliando o acesso à produção cultural nacional entre os jovens.
Como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil?
Com 128 páginas ilustradas, o projeto envolveu uma equipe talentosa com nomes como Aline Martins (character design e desenhos), Salviano Borges (capas e colorização) e Ryan Nascimento (ilustrações de um capítulo). Gabriel atuou como roteirista e diretor criativo, conectando narrativa e visual. Ele conta que o maior desafio foi justamente aprender a ser um líder criativo que oferece liberdade: “Às vezes, o resultado final é diferente do que imaginamos, e isso é ótimo. A criação coletiva exige generosidade”.
Sobre sua estreia no universo dos editais públicos, Gabriel não esconde o choque inicial: “Eu não dominava a linguagem técnica dos editais. Foi um caos no começo. Mas ser aprovado de primeira me mostrou como esses mecanismos são poderosos e transformadores para quem está fora dos grandes centros”. Segundo ele, o financiamento público é democratiza o acesso à cultura e permite que novos autores construam seus próprios ecossistemas criativos, com liberdade, ética e profissionalismo.
Para além do livro, Tecnomaquia virou também um modelo de como a publicação independente pode ser uma alternativa real no mercado editorial. “A auto-publicação responsável é viável”, afirma Gabriel. “Não precisamos esperar pelas grandes editoras. Com informação, tempo e apoio, conseguimos fazer acontecer”.
E aí, o que achou da pauta sobre: “Como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil?”
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