HQ/Livros
27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo | Anúncio de curadores dos espaços culturais oficiais

A 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá entre os dias 6 e 15 de Setembro de 2024, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Além disso, houve anúncio dos curadores dos nove espaços culturais oficiais do evento.
O desafio é contemplar atividades para crianças e adultos de diversas faixas etárias e interesses, abordando temas contemporâneos e que refletem a diversidade em todos os aspectos. Espera-se a presença de 600 mil visitantes ao longo dos 10 dias do evento.
“Estou muito contente e entusiasmada com este time de curadores, que trazem consigo muita experiência e competência para liderar toda a programação. Tenho certeza de que, mais uma vez, a Bienal de São Paulo será uma experiência memorável para os visitantes, conectando crianças e adultos ao universo encantador da literatura. É importante destacar o papel da liderança feminina neste grupo, reafirmando nosso compromisso com a diversidade”, afirma a presidente da CBL, Sevani Matos.
Diana Passy assume mais uma vez a curadoria da Arena Cultural, onde os visitantes têm a chance de interagir com autores best-sellers nacionais e internacionais em bate-papos e palestras exclusivas. “Minha parte favorita ao programar a Arena Cultural é testemunhar o momento em que o autor se conecta com seus leitores, e estes, por sua vez, se conectam uns com os outros. A proposta da Arena é representar todos os leitores que circulam pela Bienal. Neste ano, pretendo aprofundar ainda mais esse olhar e trazer de volta à Bienal aqueles que perderam o hábito de visitá-la ou acreditam que o evento não é para eles”, comenta Diana.
Espaços da 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Espaço Cozinhando com as palavras
O espaço Cozinhando com Palavras, um sucesso absoluto, terá o chef André Boccato à frente da programação pelo tempo mais longo até agora. “A Bienal do Livro é uma celebração da cultura, da união, da alegria, e sabemos que a alegria se manifesta à mesa. Não pode faltar comida, gastronomia, que permeiam toda a nossa cultura, toda a humanidade. Talvez seja por isso que a gastronomia seja sempre lembrada e valorizada nas Bienais do Livro, pois ela cria conexões. Temos o desafio de criar uma programação tão ampla, com mais de 50 eventos, tornando-a a maior em termos de programação”, declara Boccato.
Salão de Ideias
O Salão de Ideias, nesse ínterim, contará com a curadoria de Leonardo Neto pela CBL e Clivia Ramiro pelo Sesc SP. Este espaço reunirá grandes nomes para discussões atuais sobre questões de relevância social e cultural.
“Fazer parte do time de curadores é um privilégio imenso para mim. Um dos principais desafios do Salão de Ideias é encontrar temas importantes e atuais, mas que tenham uma certa durabilidade. Queremos garantir que todas as vozes sejam ouvidas, de todas as nuances, cores e pensamentos, reunindo tudo isso para criar algo verdadeiramente plural”, destaca Leonardo Neto.
BibliotecaSesc
A BiblioSesc (Praça da Palavra e Praça de Histórias) terá curadoria de Tiago Marchesano e Clivia Ramiro do Sesc São Paulo. Sendo assim, terá espaços dedicados a valorizar o livro e promover a leitura. “Em 2024, estaremos contribuindo com parte da programação do Salão de Ideias e com várias atividades no estande das Edições Sesc, além da Praça da Palavra e da Praça de Histórias, incluindo os caminhões biblioteca do programa BiblioSesc e outras ações para todos os públicos.
Bate-papos, bem como contação de histórias, apresentações artísticas, entre outros formatos que estimularão reflexões sobre questões fundamentais para compreender nosso presente e vislumbrar perspectivas coletivas, além de incentivar a leitura e a formação de leitores”, diz Tiago Marchesano, do Sesc SP.
Espaço Infantil na 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
O Espaço Infantil dará lugar ao Espaço Infâncias em 2024 terá com curadoria de Elisabete da Cruz. Portanto, trará atividades educativas para os jovens leitores, como narração de histórias, oficinas temáticas e atividades breves. Ao mesmo tempo, veremos conteúdo específico para o público escolar de todas as idades, além de atividades para famílias.
“É uma grande responsabilidade e uma honra fazer parte de um grupo de curadores tão qualificados, que representa diversas modalidades dentro da literatura. Cuidar da literatura infantil é um privilégio, e a mudança de nome é crucial para dar o devido destaque à infância na Bienal”, destaca Elisabete da Cruz.
Espaço Cordel e Repente
O Espaço Cordel e Repente, com a curadoria de Lucinda Marques da Câmara Cearense do Livro (CCL), apresentará a vitalidade da literatura de cordel. Além disso, haverá uma programação ampla incluindo debates, palestras, shows, contações de histórias e performances artísticas. Além das oficinas, debates e encontros com autores, o espaço terá uma carreta palco para as apresentações dos repentistas e recitadores. “Este será meu quarto ano como curadora. Teremos um espaço dinâmico, com muita música, poesia, cordelistas, repentistas, autores, ilustradores e editoras de vários estados do Nordeste”, diz Lucinda Marques.
Enfim, haverão outros espaços que podem ser conferidos neste LINK.
HQ/Livros
República Popular de Terranova | HQ e livros

Em um futuro tecnocrático e sufocante, a República Popular de Terranova é apresentada como um modelo de eficiência e inovação. Com vias aéreas, nanorrobôs e portais interdimensionais, a sociedade criada por Felipe Kato no livro em questão, parece ter alcançado o ápice do progresso.
Mas por trás da fachada brilhante, esconde-se um sistema brutal de controle, manipulação e cobrança absurda de tributos, onde até a atmosfera precisa de uma redoma para não matar seus cidadãos — e a verdade é cuidadosamente censurada.
Sinopse de República Popular de Terranova
O protagonista Thomas K., jornalista de um dos últimos veículos independentes do ano 3084, vê sua vida virar do avesso ao receber uma cobrança bilionária sem qualquer explicação. Ao tentar resolver o absurdo, descobre um sistema podre por dentro — e acaba sendo preso em um centro de reeducação para dissidentes.
Paralelamente, sua filha Susana se envolve com um grupo revolucionário clandestino, mas é capturada e transformada em uma ciborgue a serviço do governo, tornando-se uma arma da repressão que ela própria tentava combater.
Quem é Felipe Kato, autor de República Popular de Terranova
Entre reviravoltas, perseguições e diálogos perturbadores, a obra escancara uma realidade distorcida que não está tão distante da nossa. Com humor ácido, crítica social e um cenário cyberpunk eletrizante, o autor costura uma distopia inquietante — e dolorosamente familiar.
Advogado tributarista na vida real, Felipe Kato se inspira em elementos da cultura geek para criar uma ficção que provoca e diverte. “Uso os impostos como símbolo de controle total, inclusive sobre como as pessoas pensam e vivem”, explica. Em República Popular de Terranova, lançado pela Clube de Autores, o exagero serve para escancarar o real: um governo que cobra tudo, até a liberdade. E uma população que, pouco a pouco, se acostuma com a servidão.
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Estrada Fantasma – Volume 1 | HQs & livros

O selo Alta Geek, do Grupo Editorial Alta Books, acaba de lançar no Brasil a HQ Estrada Fantasma – Volume 1, obra que inaugura uma nova série de quadrinhos sobrenaturais com alta carga dramática e visual brutal. Escrita por Jeff Lemire, premiado quadrinista com passagens marcantes pela Marvel e DC, a HQ conta com as artes atmosféricas de Gabriel H. Walta e as cores da renomada Jordie Bellaire, conhecida por trabalhos em Deadpool, Gavião Arqueiro e Cavaleiro da Lua.
Este é o início de uma saga que promete conquistar fãs de horror adulto, suspense e fantasia com texto afiado, atmosfera cinematográfica e um universo original em construção. Para leitores que curtem obras ousadas, densas e recheadas de tensão, esta é uma leitura obrigatória — tão perturbadora quanto impossível de largar.
Sinopse de Estrada Fantasma – Volume 1
A trama acompanha Dom, um caminhoneiro solitário assombrado por um passado traumático, que cruza caminhos com Birdie, vítima de um acidente na estrada. Quando eles descobrem um artefato misterioso entre os destroços, a realidade começa a se fragmentar, mergulhando os dois em uma dimensão surreal — repleta de monstros deformados, ameaças sobrenaturais e distorções alucinantes de espaço e tempo.
Com uma pegada de grindhouse horror sujo e visceral, a história ainda apresenta Theresa Weaver, uma agente do FBI marcada por traumas inexplicáveis, que investiga cadáveres com características não humanas. Sua presença amplia o mistério e conecta os eventos a uma mitologia sombria em expansão, tornando a HQ uma experiência tão narrativa quanto visualmente intensa.
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Como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil?

Você já se perguntou como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil? Isso já é um desafio por si só, agora imagine escrever o roteiro, dirigir a equipe criativa, conseguir financiamento público e ainda garantir a distribuição gratuita para escolas públicas. Foi exatamente isso que o escritor e professor Gabriel Godinho Sampaio conseguiu realizar com Tecnomaquia: Robôs vs Androides, uma obra híbrida entre prosa e HQ que mistura ficção científica, crítica social e muita arte gráfica.
O projeto foi contemplado pelo Edital 05/2024 da Prefeitura de São Vicente, via Política Nacional Aldir Blanc, e será entregue gratuitamente às escolas municipais, ampliando o acesso à produção cultural nacional entre os jovens.
Como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil?
Com 128 páginas ilustradas, o projeto envolveu uma equipe talentosa com nomes como Aline Martins (character design e desenhos), Salviano Borges (capas e colorização) e Ryan Nascimento (ilustrações de um capítulo). Gabriel atuou como roteirista e diretor criativo, conectando narrativa e visual. Ele conta que o maior desafio foi justamente aprender a ser um líder criativo que oferece liberdade: “Às vezes, o resultado final é diferente do que imaginamos, e isso é ótimo. A criação coletiva exige generosidade”.
Sobre sua estreia no universo dos editais públicos, Gabriel não esconde o choque inicial: “Eu não dominava a linguagem técnica dos editais. Foi um caos no começo. Mas ser aprovado de primeira me mostrou como esses mecanismos são poderosos e transformadores para quem está fora dos grandes centros”. Segundo ele, o financiamento público é democratiza o acesso à cultura e permite que novos autores construam seus próprios ecossistemas criativos, com liberdade, ética e profissionalismo.
Para além do livro, Tecnomaquia virou também um modelo de como a publicação independente pode ser uma alternativa real no mercado editorial. “A auto-publicação responsável é viável”, afirma Gabriel. “Não precisamos esperar pelas grandes editoras. Com informação, tempo e apoio, conseguimos fazer acontecer”.
E aí, o que achou da pauta sobre: “Como publicar um quadrinho de forma independente no Brasil?”
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