Críticas

O Albergue, apenas mais um torture porn

Sucesso repentino de Eli Roth (dirigiu também o não menos casca grossa Cabana do Inferno), O Albergue foi apadrinhado por ninguém menos que Quentin Tarantino. Contudo, se você assistir a última meia hora da produção, irá compreenderá todo resto. Pois o roteiro é totalmente descarado e bobo.

Roth faz homenagem aos terrores das décadas de 80 e 90, usando muitas mulheres nuas e várias esquisitices. A grande sacada do diretor foi a construção do clube do sarcasmo. O ambiente escuro, as roupas dos carrascos e a forma das mortes são um show a parte.

Os atores servem de coadjuvantes, pois os verdadeiros astros são os quilos de cadáveres e litros de sangue jorrando por sua TV. Ou seja, Roth sabe usar a câmera para levar a sensação de pavor, mas as maquiagens são medianas e a tortura não vai muito além das que vimos em Jogos Mortais, por exemplo.

Já há uma continuação sendo planejada e esperamos um enredo palpável. Se isso ocorrer, os produtores poderão mostrar mais mulheres nuas, mortes interessantes e sangue. No quesito mais importante, O Albergue escorrega feio e deixa a desejar.

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: 4,5 milhões de Dólares

Eder Pessoa

Primeiro vingador do Cinema e Séries (antigo Cinema e Pipoca) e do Pipocast, sou formado em Jornalismo e também em Locução. Aprendi a ser ‘nerdzinho’ bem moleque, quando não perdia um episódio de Cavaleiros do Zodíaco na TV Manchete ou os clássicos oitentistas na Sessão da Tarde. Além disso, moldei meu caráter não só com os ensinamentos dos pais, mas também com os astros e estrelas da Sétima Arte que me fizeram sonhar, imaginar e crescer. Também sou Redator Freelancer.

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